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Dissertação Filosofia

A noção de virtualidade em Bergson (1996)

Hoje tirei o dia para espanar o pó da dissertação de mestrado que defendi na UFRJ em dezembro de 1996. Espero conseguir terminar sua revisão a tempo de publicá-la ainda em 2026, quando ela completará 30 anos.

Não está nos meu planos, entretanto, reescrever meu trabalho, seja na forma, seja no conteúdo. Assim, talvez seja impossível mudar aquilo que mais me incomoda no texto original: o uso da primeira pessoa do plural, escolha natural de alguém que não se sentia à vontade para proferir a palavra “eu” num texto filosófico. Para complicar, eu também usava (e ainda uso) a primeira pessoa do plural para incluir ou aproximar o leitor, procedimento que, como sabemos, nem sempre funciona. O fato é que minha preguiça é maior do que minha vaidade, e isso me indispõe contra o esforço de eliminar de um texto de 30 anos atrás aquilo que hoje vejo como defeito. Será melhor deixar tudo como está e aproveitar o prefácio do livro para protocolar minha insatisfação.

A versão original do arquivo foi postada na plataforma academia.edu, mas também pode ser baixada aqui mesmo:

A noção de virtualidade em Bergson (UFRJ-1996)