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Biblioteca Nacional || Gallica || Internet Archive

Todos os livros nesta biblioteca estão sob domínio público ou são disponibilizados de graça, em formato digital, pelos seus editores; é o caso, por exemplo, daqueles oferecidos pela livraria e pela biblioteca do Senado Federal. Arquivos em formato DjVu (déjà vu) terão de ser baixados antes de poderem ser visualizados. Se você usa Windows e seu leitor de PDF não lê arquivos DjVu, recomendo o SumatraPDF, um software excelente que eu mesmo traduzi para o Português do Brasil.

Esta biblioteca é dedicada aos trabalhadores anônimos que dedicam seu tempo à árdua tarefa de digitalizar bibliotecas inteiras. Tal como o encadernador de Verlaine, eles ressuscitam velhos livros e lhes proporcionam uma espécie de vida eterna.

leitor

ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil

ARMITAGE, João. História do Brasil

BLUTEAU, Raphael. Vocabulário Português e Latino

CAPISTRANO DE ABREU. Capítulos de História Colonial

CARPEAUX, Otto Maria. História da literatura ocidental

CHEVALIER, Jacques. Entretiens avec Bergson

FLAUBERT, Gustave. Oeuvres 1

FLAUBERT, Gustave. Oeuvres 2

HARVARD CLASSICS, The: Livros | Coleção

LA BRUYÈRE, Jean de. Oeuvres complètes

MALLARMÉ, Stéphane. Oeuvres complètes

MALRAUX, André. Romans

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe

MAUÁ, Visconde de. Autobiografia

MÉRIMÉE, Prosper. Romans et nouvelles

MOLIÈRE. Oeuvres complètes 1

MOLIÈRE. Oeuvres complètes 2

MONTAIGNE, Michel de. Oeuvres complètes

MORAES – Diccionario da lingua portugueza

MORENTE, Manuel García. La filosofía de Henri Bergson

NIETZSCHE, Friedrich – Epistolário inédito

OS PENSADORES (Coleção) – 1ª edição

PASCAL, Blaise. Oeuvres complètes

RIMBAUD, Arthur. Oeuvres complètes

SOUTHEY, Robert. História do Brasil

STENDHAL. Romans et nouvelles 1

STENDHAL. Romans et nouvelles 2

SUETÔNIO. A Vida dos Doze Césares

VARNHAGEN, Francisco Adolfo de. História Geral do Brasil

VARNHAGEN, Francisco Adolfo de. História da Independência do Brasil

ponto cinza

BIBLIOPHILIE

Le vieux livre qu’on a lu, relu tant de fois !
Brisé, navré, navrant, fait hideux par l’usage,
Soudain le voici frais, pimpant, jeune visage,
Et fin toucher, délice et des yeux et des doigts.

Ce livre cru bien mort, chose d’ombre et d’effrois,
Sa résurrection « ne surprend pas le sage ».
Qui sait, ô Relieur, artiste ensemble et mage,
Combien tu fais encore mieux que tu ne dois.

On le reprend, ce livre en sa toute jeunesse,
Comme l’on reprendrait une ancienne maîtresse
Que quelque fée aurait revirginée au point ;

On le relit comme on écouterait la Muse
D’antan, voix d’or qu’éraillait l’âge qui nous point :
Claire à nouveau, la revoici qui nous amuse.

Paul Verlaine
12 de outubro de 1895.