
A pedido dos editores, este livro foi publicado em 1959, ano em que se comemorou o centenário de nascimento de Henri Bergson. Redigido a partir de anotações de Jacques Chevalier em seu diário, muitas delas realizadas de memória logo após suas conversas com o mestre e amigo, ele possui um valor documental (e filosófico) extraordinário; e ainda que tenha de ser considerado como um livro de Chevalier, e não do entrevistado, é possível dizer que essa distinção se esfuma tão logo se abrem as aspas e a voz de Bergson se faz ouvir.
