
Foi publicada hoje, na revista portuguesa Athena, a crônica 20 de dezembro de 1975. Dedicada à minha madrinha (que nesse dia me levou ao show de Rick Wakeman), ela encerra uma trilogia recente consagrada às três pessoas que me educaram.

Foi publicada hoje, na revista portuguesa Athena, a crônica 20 de dezembro de 1975. Dedicada à minha madrinha (que nesse dia me levou ao show de Rick Wakeman), ela encerra uma trilogia recente consagrada às três pessoas que me educaram.
![Gabriel Tarde - As Leis Sociais [2012]](https://pontocinza.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Gabriel-Tarde-As-Leis-Sociais-2012.webp)
Pretendo revisar em breve minha tradução do livro As Leis Sociais, de Gabriel Tarde. Esta página será atualizada até que sejam listados todos os erros encontrados na primeira edição, lançada em 2012 pela Editora da UFF.
A segunda edição do livro será publicada por minha própria conta, mas Editoras eventualmente interessadas poderão entrar em contato deixando um Comentário nesta página.
Os últimos exemplares da 1ª edição que ainda estão comigo serão vendidos na Livraria do ponto cinza (em breve).
ERRATA
página 20, linha 15
onde se lê: “Repetição significa repetição conservadora”…
leia-se: “Repetição significa produção conservadora”…
Nesta página irei reunir minhas traduções de três aulas de Gilles Deleuze sobre Spinoza. Duas delas foram publicadas em 2006 por Richard Pinhas no site francês dedicado ao filósofo; a terceira foi realizada em 2009 e permanece inédita.
Esse material está sendo revisado. Posteriormente publicarei nesta página as versões revisadas dessas três aulas. Por ora, o que tenho a oferecer são os atalhos para as duas aulas publicadas em 2006.
Sur Spinoza | Cours Vincennes | Cours du 24/01/1978
Sur Spinoza | Cours Vincennes – St Denis | Cours du 25/11/1980
Hoje tirei o dia para espanar o pó da dissertação de mestrado que defendi na UFRJ em dezembro de 1996. Espero conseguir terminar sua revisão a tempo de publicá-la ainda em 2026, quando ela completará 30 anos.
Não está nos meu planos, entretanto, reescrever meu trabalho, seja na forma, seja no conteúdo. Assim, talvez seja impossível mudar aquilo que mais me incomoda no texto original: o uso da primeira pessoa do plural, escolha natural de alguém que não se sentia à vontade para proferir a palavra “eu” num texto filosófico. Para complicar, eu também usava (e ainda uso) a primeira pessoa do plural para incluir ou aproximar o leitor, procedimento que, como sabemos, nem sempre funciona. O fato é que minha preguiça é maior do que minha vaidade, e isso me indispõe contra o esforço de eliminar de um texto de 30 anos atrás aquilo que hoje vejo como defeito. Será melhor deixar tudo como está e aproveitar o prefácio do livro para protocolar minha insatisfação.
A versão original do arquivo foi postada na plataforma academia.edu, mas também pode ser baixada aqui mesmo:
A noção de virtualidade em Bergson (UFRJ-1996)
(e a superação do niilismo)
Publicado em maio de 1999 na revista Cadernos de Filosofia Contemporânea nº 1 (ISSN 1516-5434), O lance de dados está entre os textos que pretendo revisar num futuro próximo.
A versão original do arquivo foi postada na plataforma academia.edu, mas também pode ser baixada aqui mesmo:

Yvonne Daumerie (bailarina, coreógrafa, professora de dança, canto e violão, compositora, cantora e violonista) é conhecida pelo seu nome artístico, mas seu ano de nascimento e seus nomes civis são uma incógnita até mesmo para seus estudiosos. O objetivo deste artigo é estabelecer documentalmente esses dados, listar seus nomes artísticos e civis e propor uma hipótese sobre as razões que a levaram a adotar o sobrenome francês da avó materna como seu nome de palco.
Francisco Fuchs – Os nomes de Yvonne Daumerie (PDF)

ALGUMAS FONTES PRIMÁRIAS SOBRE YVONNE DAUMERIE RAMOS:
Um quarto de hora com Yvonne Daumerie
Alípio Ramos & Yvonne Daumerie Ramos
Tout Seul, chanté par Yvonne Daumerie


Durante mais de 30 anos eu traduzi para o Português palavras oriundas do universo da informática. Cheguei até a traduzir alguns programas, entre eles o SumatraPDF. Existem transposições que já foram consagradas em nossa língua; assim, não há razão para escrevermos page, post ou hard disk, pois suas traduções página, postagem e disco rígido são sonoras e absolutamente adequadas. Certas palavras podem ser consideradas limítrofes: por exemplo, eu até poderia chamar meu mouse de rato, como fazem os portugueses, mas não o da minha esposa, que, a rigor, não passa de um camundongo. Outras palavras, dependendo do contexto ou da classe gramatical, podem ou não ser traduzidas; assim, ora eu uso programa, ora eu uso software; e embora use com gosto os verbos subir e baixar, permito-me usar também (como substantivos) as palavras upload e download. Prefiro não traduzir hardware, e palavras como site ou website parecem-me (hoje em dia) infinitamente melhores do que sítio. Vale lembrar, por fim, que existem termos de informática em Inglês que apenas nós usamos, como pen drive, dispositivo móvel que lá fora é conhecido como flash drive ou USB stick.
Em resumo, hoje penso que a adoção (refletida!) de palavras em outras línguas é muito mais saudável do que a busca de um ideal de pureza. Atire a primeira pedra quem nunca comeu um croissant.

Fundada em 1931 por Jacques Schiffrin, a Bibliothèque de la Pléiade é talvez a iniciativa editorial mais célebre em todo o mundo, tendo servido de modelo para várias outras coleções, entre elas a italiana Biblioteca della Pléiade e a americana Library of America.

Recentemente descobri que algum abnegado anônimo digitalizou, e com muita competência, vários desses volumes. Para que essas cópias sejam oferecidas de forma 100% legal, no entanto, não basta que seus autores estejam sob domínio público. As sucessivas reedições desses livros geralmente se fazem acompanhar por material inédito (como novas apresentações e notas do editores e, em alguns casos, novas traduções); assim, a rigor, apenas as edições mais antigas desses livros estão, de fato, sob domínio público.

Por isso, fiz uma espécie de curadoria desses volumes e incluirei, na pequenina porém valente Biblioteca do ponto cinza, apenas edições que respeitam os direitos de autor.
Os arquivos foram produzidos num formato muito otimizado, o DjVu (déjà vu), e além de possuírem marcadores, permitem busca textual. Se você usa Windows e seu leitor de PDF não lê arquivos DjVu, recomendo o SumatraPDF, um software excelente que eu mesmo traduzi para o Português do Brasil.
Esta será a única postagem referente à inclusão de livros dessa coleção francesa no ponto cinza. Os demais volumes serão adicionados, direta e silenciosamente, à Biblioteca.

A pedido dos editores, este livro foi publicado em 1959, ano em que se comemorou o centenário de nascimento de Henri Bergson. Redigido a partir de anotações de Jacques Chevalier em seu diário, muitas delas realizadas de memória logo após suas conversas com o mestre e amigo, ele possui um valor documental (e filosófico) extraordinário; e ainda que tenha de ser considerado como um livro de Chevalier, e não do entrevistado, é possível dizer que essa distinção se esfuma tão logo se abrem as aspas e a voz de Bergson se faz ouvir.
Ao longo de minha pesquisa sobre Yvonne Daumerie deparei-me com várias coisas interessantes. O texto abaixo, por exemplo, escrito em 1926, é bastante curioso. Não tenho como avaliar seu mérito, pois não sei a que músicas (e piadas) seu autor se refere. Mas não é muito difícil transpor o debate para os dias de hoje, e seja qual for a posição do leitor a respeito do tema, a impressão que se tem é de que nada mudou ao longo de um século.
FONTE: